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Meu relato do parto do Oliver

domingo, 22 de setembro de 2013
E um ano se passou desde a última vez que postei no blog. Nesse um ano engravidei, gerei e pari meu grande amor, o Oliver. Resolvi quebrar o jejum do blog e colocar aqui o relato do parto dele. Para quem quiser ler, se informar, ou apenas tiver curiosidade. Sinto que conquistei tudo aquilo que sempre busquei: pari naturalmente na água amparada pelo meu amor. Fico devendo as fotos.

Dia 02 de junho de 2013

Dormi bem a noite, levantei às 10:20 para fazer xixi e antes de começar a fazer senti líquido descendo. Fiz xixi e percebi que o líquido continuava escorrendo. Mandei uma mensagem para meu marido que estava no andar de baixo: (SOS + uma bolsa + uma explosão + um bebê)
Ele achou que fosse brincadeira, respondeu "Best emoji ever". Quando respondi que era sério, só ouvi ele subindo a escada correndo. Ficamos bem animados, nosso bebê estava chegando!
Nos próximos minutos, tentamos organizar tudo que faltava, algumas coisas no quarto do bebê, outras no nosso. Mas a maior parte do tempo passamos deitados na nossa cama, conversando, fizemos uma oração para que tudo corresse bem. O dia estava perfeito, do jeito que gostamos, friozinho, chovendo. Pensamos: até nisso o bebê combina com a gente. Resolvi tomar um banho, o médico tinha me dito na última consulta que depois que a bolsa estourava eu ainda poderia levar 12 horas para entrar em trabalho de parto, então estava tranquila.
Tentei ligar para a Carol (minha doula), mas não consegui... Passaram alguns minutos, liguei para a Mari (fotógrafa), apenas para avisá-la que a bolsa tinha estourado, perguntei se ela tinha alguma coisa para fazer naquele domingo, e o que achava de fotografar um parto. Ela ficou super animada, eu disse que estava calma e ainda não estava tendo contrações, então não sabia quanto tempo ainda levaria.
Logo as contrações começaram a vir, doloridas, mas bem controláveis. Passei a maior parte do tempo deitada, tentando posições, prestando atenção na respiração. De vez em quando sentia o líquido saindo e ia para o banheiro.
Peguei o livro Parto Ativo (que não terminei de ler) e lia algumas coisas que estavam acontecendo comigo. Continuei tentando falar com a doula...
As contrações vinham bem desreguladas, mas bem doloridas. Nenhuma posição era boa, então continuei deitada e pedia a mão do marido durante elas. Duravam 40 segundos, ele marcando no cronômetro, avisava quando iria parar, geralmente era bem exato.
Comi um pouco de Galak. Minha sogra ligou e perguntou se estava "tudo tranquilo", marido não mentiu, disse que sim. Mas achamos melhor esperar mais um pouco para contar que logo o bebê chegaria.
Resolvi ir para o chuveiro, deixar a água cair, tentar relaxar um pouco. Sentei em um banquinho, deixava a água cair na base das costas, mas já estava bem dolorido e a única posição boa era em pé, resolvi sair, pois estava ficando mais cansada do que relaxando. Lembro de ter tido uma contração MEGA dolorida assim que saí do chuveiro, ainda estava enrolada na toalha e foi a única hora que lembro de ter chorado, achei que não fosse conseguir, doía muito. O marido estava junto e foi bem tranquilizador ouvir ele me dizendo que eu iria conseguir sim. Quando a contração passou me olhei no espelho e a barriga estava super baixa, já cabia um palmo entre os seios e a barriga.
A partir daí as contrações começaram a vir mais próximas e ritmadas. Quando fiz xixi, saiu um pouco de sangue no papel e fiquei preocupada (na hora nem lembrei do tampão). Comecei a apavorar um pouco, tudo estava indo muito rápido e ainda não tinha conseguido falar com a doula.
Resolvi entrar na internet para distrair durante as contrações, em um grupo de amigas que já estavam sabendo do trabalho de parto e estavam animadas. Falei que as contrações estavam próximas (de 3 em 3 minutos) e elas me doulando virtualmente. Conversei com a Cris, outra doula que faz parte do grupo e pedi para ela vir me ver. Rapidinho ela chegou e trouxe uma bola de pilates para eu relaxar. A partir daí, sentava na bola em todas as contrações e ela ou o marido sentavam atrás de mim para dar apoio e eu segurar a mão deles.
Eu não tinha noção de que estava tendo um trabalho de parto rápido. A Cris perguntou o quão suportáveis (ou seria insuportáveis?) as contrações estavam.
A questão é que decidimos ter o bebê na Maternidade de São Carlos, uma cidade a 40km de Araraquara, pois lá eles apoiam não apenas o parto normal, mas o parto natural humanizado e era o que queríamos na hora de trazer o Oliver ao mundo.
Como eu disse que as contrações já estavam muito doloridas e que temia que piorassem na próxima hora, a Cris sugeriu então que a gente comesse algo, nos arrumássemos e fossemos logo. Como ainda não tinha conseguido falar com a minha doula, pedi para que a Cris fosse junto. Ela foi para casa e combinamos de passar lá para pegá-la em uma hora.
Marido desceu para fazer almoço e eu fiquei na cama, entrei um pouco na internet e avisei minha amiga Leli, de Campinas, que logo ele nasceria. Consegui conversar com minha doula e como combinado ela iria conosco para São Carlos, avisei então a Cris que ela estava liberada, já que estava acompanhando outra gestante.
Daqui para frente, tudo começou a correr muito rápido e minhas lembranças são bem confusas, lembro de flashs e muitas sensações misturadas, seria eu entrando na tal da partolândia?
Levamos a bola para baixo, colocamos ela entre os dois sofás e a única posição suportável era eu sentada na bola, segurando as mãos de quem estivesse atrás de mim. O almoço ficou pronto, dei algumas garfadas entre as contrações, eu sabia que precisava comer para ter energia para o parto, mas não consegui comer muito. A Carol e a Mari chegaram, o Jo comeu e subiu para pegar nossas roupas para irmos embora. A Carol assumiu a posição de apoio, lembro dela dizer que as contrações são comos as ondas e que cada uma traz meu bebê mais perto de mim, mas eu tinha certeza que ela tinha me dito isso no hospital.
Como as contrações eram muito próximas, todo o processo de nos arrumarmos e irmos embora foi bem demorado. O Jo ligou para os pais dele e para meu pai para avisar que estávamos indo para São Carlos. Entramos no carro, todos olhamos para o relógio: 16:00 em ponto! Esse trajeto de carro foi a parte mais difícil do trabalho de parto. O Jo foi dirigindo, eu e a Carol fomos atrás e a Mari seguiu com o carro dela. O difícil foi achar uma posição, deu uma saudades da bola!
O que não esperávamos era pegar engarrafamento. Assim que entramos na estrada já estava tudo parado, era final de feriado e estava chovendo, tinha bastante carro parado no acostamento.
Fomos seguindo, mas quando percebemos que o engarrafamento era realmente longo bateu um certo desespero. Pedi para o marido ir pelo acostamento quando desse, ele ligava o pisca alerta e ia, mas quando via uma sirene ou algum carro parado, entrava de novo.
O trajeto Araraquara/São Carlos leva uma meia hora geralmente. Quando deu 16:30, nós ainda não tínhamos saído de Araraquara. O Jo viu uma ambulância parada e parou para conversar. Ele queria saber se a ambulância poderia abrir caminho para passarmos e o motorista disse que não, também disse que não adiantava chamar a polícia, que não pode trafegar pelo acostamento (nem em trabalho de parto, será?). A opção que o motorista deu foi me colocar na ambulância, mas ele teria que me levar para Araraquara, pois era o hospital mais perto. Quando ouvi isso, entrei em desespero, tinha me preparado tanto, buscado tanto, não queria acabar em um hospital onde sabia que não seria respeitada. Marido voltou pro carro, explicou a situação, disse que provavelmente estava tudo parado até São Carlos e perguntou o que eu queria fazer. "Vambora" pra São Carlos, voltar não era uma opção. Na pior das hipóteses, se o bebê estivesse nascendo, a gente parava o carro e chamava os bombeiros, esse era o plano b.
Daí em diante o trabalho de parto mudou, senti meu corpo conspirando para que chegássemos no nosso destino, eu entrei em tipo de um transe, quando vinham as contrações elas continuavam mega doloridas, mas quando elas passavam eu relaxava que mal conseguia falar. A Carol me ofereceu mel e lembro do gosto até hoje. A única posição que eu ficava era sentada, com as pernas para frente e quando vinha a contração eu me inclinava para frente, segurava naquela alça que tem dentro do carro. Não sei em que ponto, comecei a vocalizar quando vinham as contrações, um som continuo "aaaaaaa" e isso ajudava na dor.
Durante o caminho, lembro de perguntar para o Jo se ele estava bem, até hoje ele tira sarro da minha cara, dizendo que ele estava ótimo, só estava dirigindo, quem estava parindo era eu. Mas a minha preocupação era se ele estava tranquilo. Tanto ele quanto a Carol me passaram uma paz, uma confiança tão grande que nunca duvidei que fosse conseguir. Lembro da Carol dizendo "Isa, estamos em Ibaté!" (Metade do caminho) e também lembro dela anotando em um caderninho amarelo, fiquei curiosa para saber o que estava escrito lá.
Chegando em São Carlos comecei a sentir vontade de fazer força, assustei um pouco, pois estávamos tão perto agora, a Carol me acalmou. O Jo perguntando se deveria passar também nos sinais vermelhos, estávamos tão perto que dava medo avançar e bater. Enfim chegamos! 17:00, até hoje nunca levamos tanto tempo para chegar em São Carlos, mas trabalho de parto sem história para contar não tem graça, né?
Quando chegamos foi um pouco tenso, eu já sabia que estava em trabalho de parto avançado, que logo ele chegaria e disseram para esperar a enfermeira chegar, me ofereceram uma cadeira de rodas e eu aceitei. Não tenho noção de quanto tempo se passou, sei que não foi muito, mas com as contrações uma seguida da outra estava ficando impossível ficar ali. Eu já tinha ficado uma hora sem poder trocar de posição, agora queria encontrar uma que aliviasse um pouco a dor. O Jo foi fazer a internação, pedi para Mari me dar a mão, meu Deus, como doía! De repente eu senti o Oliver descendo dentro de mim, comecei gritar "Tá nascendo, tá nascendo" e esse foi o único momento que vi todos apavorarem. Eu não sabia que na verdade ele só estava encaixando, o Jo perguntou se eu queria tirar a calça (na recepção do hospital) e juro que cogitei, a Carol disse mais tarde que não ia se perdoar chegar até ali e eu parir na recepção! No fim, esse pavorzinho serviu para agilizarem e brotou uma enfermeira para me levar para o quarto. Ela foi me perguntando algumas coisas e eu só respondia o necessário, dentro do elevador, lembro de dizer que estava de 39 semanas e um dia.
Assim que saímos do elevador, a Carol leu para mim uma frase que estava escrita na parede sobre todos se silenciarem pois as mulheres iam falar, eu já tinha lido aquela frase as vezes que fui visitar a maternidade, tinha achado lindo, mas agora aquilo tinha outro sentido.
Entrei no quarto, deitei na cama e a enfermeira disse que ia fazer um toque, perguntei se ela poderia esperar a contração parar. Assim que ela fez o toque disse "dilatação total!", a reação da Carol e da Mari foi a melhor, elas vibraram tanto que só faltou confete.
Perguntaram se eu queria entrar na banheira e aceitei, em casa a água tinha sido boa. Não lembro de ter tirado a roupa, quando vi já estava dentro da banheira, tentei ficar sentada, não estava bom. Então ajoelhei e fiquei virada para fora da banheira, apoiada no encosto da cabeça e essa foi a posição que fiquei até ele nascer, até tentei mudar, mas não dava, só assim ficava bom. *Pause para um comentário interessante* Algo muuuito curioso é que como eu fiquei de joelho bastante tempo eu senti que o fundo da banheira era acolchoado, achei genial aquilo. Depois que tudo tinha passado, eu comentei isso e me disseram que o fundo era de uma banheira normal, de plástico, duro!
Mas continuando... As enfermeiras perguntavam muitas coisas, se já tínhamos avisado o médico (tentamos na estrada, mas ele não atendeu), quem era a pediatra, onde estava sabe-se lá o quê! Eu não queria ter que pensar nessas coisas, respondia como dava.
Não deve ter passado muito tempo, mas lembro de olhar para Carol e dizer que não estava preparada. Tudo estava acontecendo tão rápido, eu não tinha percebido o quanto eu tinha idealizado o trabalho de parto. Várias horas, várias posições, imaginava que teríamos um bom tempo em São Carlos (a Carol levou até crochê para fazer!) mas nada acontece como imaginamos, ele já estava chegando. A Carol falou para eu parar de pensar no parto, mas como se faz isso? Pensei no Jo, cadê ele? Já pensou passar por tudo isso e ele não estar lá quando o filho chegasse?
Mais uma vez, não tenho noção de quanto tempo levou, mas enfim o Jo chegou, ele ficou de frente para mim e a Carol foi fazer massagem nas minhas costas, como era bom.
Se no carro vocalizar durante as contrações ajudava, agora no expulsivo eu berrava! Nunca imaginei que fosse ser tão escandalosa, mas naquela hora eu não pensava em nada, só queria que o Oliver nascesse. Alguém falou para que eu chamasse ele e eu gritava "vem bebêêê!"
O médico chegou e para mim, ele era apenas uma voz. Eu escutava ele falar, conversamos algumas vezes, mas eu não enxergava ele.
Apesar da dor, o que eu mais queria durante o parto era sentir ele nascendo, em momento algum pensei em pedir algo para a dor, nem anestesia, a cesárea também não era uma opção para fazer a dor parar. Um dos motivos que eu quis o parto normal era porque eu queria sentir tudo, queria participar, mas eu não fazia ideia do quanto iria sentir, eu sentia o corpo dele todo lá dentro e sentia cada vez que ele se mexia, que descia, foi com certeza a experiência mais incrível da minha vida! Eu sentia ele descendo cada vez mais e a impressão que eu tinha era que ele já estava praticamente do lado de fora, perguntei se faltava muito, disseram que não.
Colocaram um espelho no fundo da banheira e a cada contração acendiam uma lanterna para ver, eu estava de costas, então não via nada, mas já dava para ver os cabelinhos dele . Tive vontade de por a mão, mas na hora perdi a coragem e resolvi me focar em fazer ele nascer.
Em determinado momento comecei a gritar "tá queimando, tá queimando", e o Jo que estava controlando a temperatura da água perguntou se a água estava muito quente, hahaha. A Mari disse que o Jo tinha pulado esse capítulo do livro Parto com Amor. Na verdade era o tal do círculo de fogo, que eu já tinha lido tantas vezes mas não imaginava o que poderia ser. O mais bizarro desse momento é que, mentalmente, eu vi um círculo de fogo, agora estava mais próximo do que nunca!
Eu fiquei bem tensa durante todo o expulsivo, já não pensava mais que não estava preparada, mas a cada contração que o Oliver descia, eu sentia que precisava "segurar" ele naquela posição para não voltar, então nos intervalos eu estava toda contraída. O médico falou para eu relaxar e eu disse que não podia, que ele ia voltar, ele então disse, "é o contrário, se você relaxar ele nasce". Eu tenho apenas alguns flashs na memória, lembro de uma das enfermeiras vindo me encorajar, dizendo que logo ele nasceria, lembro de ver a Mari pela primeira vez com a câmera na mão e eu dizendo que ela podia tirar uma foto se quisesse, hehehe. Perguntaram para o Jo se ele queria sentir o cabelo do nenê, ele até foi, mas na hora não teve coragem.
E daqui para frente, tudo foi ainda mais rápido, outra enfermeira veio me dizer que na próxima contração a cabeça dele sairia, mas que se eu continuasse fazendo força, mesmo fora da contração ele nasceria. Pensei "vambora!"
Então, na próxima contração senti a cabeça dele saindo, continuei fazendo força e senti passando os ombros, o peito e depois não senti mais nada. Agora tudo aconteceu em câmera lenta, olhei para a Carol e ela disse, "Isa, olha pra ele, ele nasceu," e eu não tinha coragem de olhar! Meu Deus, que coisa mais louca! Ouvi o médico dizer que ele estava todo enrolado, quando olhei, ao invés de desenrolar, ele tinha enrolado mais ainda no cordão. A lembrança que eu tenho é muito vaga, mas lembro tanto do rostinho dele e hoje vejo como já era a carinha de Oliver que ele tem.
Em seguida ouvi a pediatra (ela chegou em algum momento, até falou comigo, mas eu nem lembrava) dizer que precisava cortar o cordão logo, o Oliver tentou respirar sozinho, mas não conseguiu. Hoje me questiono se não deveríamos ter esperado um pouco mais, afinal ele ainda estava com o cordão ligado a mim. E de repente tudo ficou estranho, tive tanto medo. Levaram o Oliver e pediram para eu sair da banheira. Eu obedeci, mas na minha cabeça eu pensava que não era assim que deveria ser, eu tinha que sentar na banheira, entregarem ele no meu colo e quem cortaria o cordão seria o pai.
Me sentei na cama, o Jo ao meu lado e eu tinha medo de perguntar se estava tudo bem com o Oliver, ainda não tinha ouvido ele chorar, nem ninguém dizer se ele estava bem, parece que tudo isso demorou tanto, e eu não conseguia perguntar se estava tudo bem. O Jo disse que na verdade eu perguntava dele sem parar. Ele finalmente chorou, que alívio! Pedi para que o Jo fosse ficar com ele, que eu estava bem. Perguntei que horas ele tinha nascido, disseram 6:15 e eu perguntei "da tarde?", hahaha, tava tão passada que nem raciocinava muito. Eu sabia que o expulsivo tinha levado um tempo (foram 40 minutos), mas achei melhor confirmar, né, vai que tinha levado 12 horas e eu não reparei, hehehe.
O médico me examinou e disse que precisaria dar dois pontos, o mais engraçado foi ele dizer que iria "doer um pouquinho" para aplicar a anestesia, depois do que eu tinha passado ele poderia dar ponto até sem anestesia. Em seguida, ele apertou minha barriga para a placenta sair e doeu demais, perguntei se não dava para deixar sair sozinha, ele disse que apertaria mais uma vez e que se não saísse poderia esperar, mas assim que ele apertou ela saiu e não doeu tanto quanto eu imaginava. Pedi para ver e lembro que o formato parecia um coração, tão simbólico, pois ela tinha nutrido meu bebê todo esse tempo. Eu queria ter feito uma impressão da placenta para guardar, mas esqueci de avisar e na hora nem lembrei. Mas acho que tem uma foto dela.
Minhas lembranças ainda são muito confusas, eu sei que logo me entregaram o Oliver, a primeira coisa que fiz foi contar os dedinhos, clichê, eu sei, mas finalmente poder fazer isso era bom demais. Ele nasceu a cara do pai, não dava pra negar, mas a mancha vermelha na testa era minha! Ele pesou 2.950 gramas. 45cm. Curtinho e recheadinho. Os pais do Jo entraram para conhecer o neto, minha amiga Leli também chegou. Fiquei tão emocionada quando a vi, a primeira coisa que falei foi "amiga, eu pari", comecei a me dar conta de que tudo tinha realmente acontecido, abracei ela, foi muito especial ter ela ali comigo. Logo chegaram meu pai e meu irmão! Como coube gente naquela sala, hahaha.
A Carol perguntou se eu queria colocar ele para mamar, aceitei claro, antes de ficar grávida o que eu mais queria era amamentar. Assim que coloquei ele no peito, já abriu a boca e sugou, ainda levou um tempo para sugar certo, a boca dele era minúscula e dava um trabalhão para abrir.
A enfermeira então pegou ele para vesti-lo, as fraldas tinham ficado no carro e o Jo correu buscar. Enquanto isso escolhi a primeira roupinha que ele iria vestir. Ela perguntou se poderia dar a vitamina K e aplicar o colírio e lembro da Carol falando "se eu não te falar isso, vou me arrepender pra sempre: não deixa pingar o colirio", já tínhamos pesquisado sobre e resolvido não pingar. Como não conseguimos evitar algumas intervenções com ele, fiquei feliz de ter conseguido evitar essa.
Já tinha passado um tempo que ele tinha nascido e eu ainda estava sem roupa e com o lençol todo sujo, estava me sentindo meio agoniada. Pedi para a Carol me ajudar e fomos ao banheiro, minha pressão baixou, sentei um pouco e quando me senti melhor tomei um banho. Nada como um banho! O Jo ficou com o Oliver no quarto, enquanto levaram nossas coisas para o outro quarto, nessa hora a Mari foi mais que fotógrafa, mais que doula, pegou todas as nossas coisas, minhas roupas, colocou tudo em saquinhos e arrumou no outro quarto.
Quando a enfermeira voltou e me viu tomando banho levou um susto, disse que eu deveria ter esperado ela me ajudar. Mas eu estava me sentindo bem, não senti necessidade de esperar. Assim que saí do banho minha pressão caiu novamente e dessa vez quase desmaiei, meio estranho isso. Eu ouvia a Carol e a enfermeira falando, mas eu não consegui falar. Me sentei e fiquei esperando a cabeça voltar ao normal. Quando melhorei, me troquei e sentei em uma poltrona no quarto, o Oliver estava com o Jo e ficamos ali um tempo ainda.
Depois fomos para o outro quarto e estava todo mundo lá, me entregaram o Oliver e coloquei ele pra mamar de novo. Ficamos um bom tempo conversando, tirando fotos, me lembro de olhar para o Oliver, passar a mão na orelha dele e dizer "nossa, até que ele nasceu bonitinho. Eu acho ele bonitinho, vocês, não acham?" Estava começando me apaixonar por ele. Minha janta chegou e comi, estava com tanta fome que pedi mais um prato de sopa.
Lá pras 9 da noite foram todos embora e ficamos eu, o Jo e o Oliver, logo ele dormiu, colocamos ele no bercinho. Uma enfermeira veio me ver, pedi ajuda para usar o banheiro, como o fluxo estava bem intenso ainda, ela ligou para o medico e ele pediu para me aplicarem uma injeção de ocitocina para diminuir um pouco.
12 horas depois do início do trabalho de parto nos deitamos e começamos conversar sobre tudo que tinha acontecido. Como foi tudo tão rápido, quando acordamos aquele dia não poderíamos imaginar que terminaríamos o dia com nosso filho ao nosso lado! Difícil foi aquietar os nervos e descansar... Passamos ainda um bom tempo mandando mensagens para os amigos, alguns ligaram, foi bem legal. Finalmente resolvemos dormir, apesar do Oliver ter dormido super bem, para mim foi uma noite bem agitada. Mas deu para descansar um pouco. Determinada hora, ele chorou, peguei ele, ele mamou um pouco e colocamos ele no nosso meio. E ali ele dormiu o resto da noite, um pacotinho. Às vezes ele reclamava, eu passava a mão nele e ele voltava dormir. Escolhemos aquele quarto da maternidade pois achamos que seria bom durante o trabalho de parto, mas nem poderíamos imaginar como ele seria bom no pós parto; poder dormir nós três juntos, no primeiro dia de vida do Oliver foi bom demais.
Difícil saber quando parar esse relato, pois é apenas o começo de uma história tão longa. A alegria que senti naquele dia não se compara à alegria de ter ele na minha vida hoje. Eu e o Jo sempre nos consideramos uma família, completa e perfeita, mesmo sem filhos, mas agora com ele somos muito mais felizes.
Tantas pessoas foram tão importantes que não arrisco mencionar algumas e correr o risco de esquecer outras.
Mas quem eu não posso deixar de agradecer é meu marido lindo, muito obrigada por tudo, por acreditar em mim, pelo apoio, por me manter tão calma. Ao seu lado aprendi a enxergar amor de formas tão diferentes e agora tenho aprendido ainda mais. Como é lindo ver você com o Oliver, quando nos conhecemos há 12 anos atrás não poderia imaginar que a vida nos traria até aqui e sou muito feliz por isso. Amo você e saber que esse amor gerou um fruto tão lindo como o Oliver é simplesmente incrível.

Ps: Depois de analisar toda a experiência, resolvemos que na próxima gravidez sairemos de casa assim que a bolsa estourar, haha.

Papo de Mulher: Esmaltes, esmaltes.

terça-feira, 28 de agosto de 2012
Essa semana deu saudades do blog! Resolvi colocar os últimos esmaltes que passei para atualizar. Pode ser que eu volte a escrever, pode ser que não, you never know...

Esse é o Revlon Red, da Revlon. Eu estou amando os esmaltes da Revlon, as cores são lindas e a fixação é ótima.

Pink Me Up! da L'Oreal. Achei a cor mais bonita no vidro do que na unha. Não acostumei com a cor, achei esquisito na minha mão. Dei o esmalte embora.

Pois é, me rendi a modinha das "unhas de camurça". Fiz para experimentar, achei que ficou bonito, mas só no primeiro dia.Dois dias depois já precisei tirar, ficou toda falhada.

Husky da Risqué. Amei esse esmalte! Ficou super alegre e durou bastante!

A novidade é o esmalte adesivo da Sally Hansen Salon Effects. Ele já vem no formato da unha, é só encaixar e depois lixar a ponta. Eu gostei do efeito, realmente parece esmalte, mas na embalagem diz que dura 10 dias e o meu com 5 dias já saiu grande parte.A vantagem é que as estampas são diferentes, coisas que não dá para fazer com o esmalte normal.

Esmalte da Semana: Preto Sépia + Preto Fosco - Risqué

segunda-feira, 2 de abril de 2012
O esmalte de hoje é inédito! Preto fosco com francesinha preto brilhante. A imagem está rolando no Facebook há algumas semanas e eu fiquei apaixonada. Não sou de fazer coisas muito diferentes, mas esse eu achei super discreto.
Eu preferi a francesinha mais fina, acho que fica mais delicada. O fosco ficou tão lindo que acabei passando ele no pé também. A única desvantagem é que não dá para passar o extrabrilho, então as pontinhas ficaram opacas mais rápido, mas dá para dar uma reforçada quando isso acontece. O fosco tem uma fixação ótima, está como no dia em que fiz!

Esmalte da Semana: Hippie Chic - Colorama

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Fazia tempo que não passava um corzinha divertida. Amei esse Hippie Chic, sempre via nos outros, mas nunca tinha pensado em passar. Gostei tanto que passei no pé também, hehe.

Esmalte da Semana: Vixie Revlon

quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Nossa, quanto tempo que não posto o Esmalte da Semana! Eu já tinha mostrado esse esmalte nesse post aqui, mas não tinha mostrado ainda como ele fica na unha.


Eu adorei a cor! Mas tem que passar com bastante atenção, duas camadas pode ficar manchado (e não gosto de passar três). Uma outra cor da Revlon que passei uns anos atrás eu tinha achado a fixação meio ruim, mas desse eu gostei.

Compras USA: Make Up

quarta-feira, 5 de outubro de 2011
 O último post sobre as compras nos Estados Unidos e eu não poderia deixar de falar de maquiagem, né? Encontrei tudo que estava na minha listinha:



Comprei o pincel MAC 208 (U$19,50) para passar delineador mas não gostei muito, achei que a linha ficou muito grossa e pinicou bastante. Como ele foi feito para preencher a sobrancelha é assim que tenho usado ele, mas de vez em quando uso na palpebra.

O MAC 129 (U$34) é um pincel para passar blush e estou amando ele!



O Fix + (U$20) é um fixador e hidratante para ser usado antes ou depois da maquiagem. Eu preferi passar antes, achei que a maquiagem aderiu mais a pele, quando passei depois achei que a pele ficou um pouco oleosa. 


O pigment Vanilla (U$20) estava na minha wish list já faz um bom tempo, dessa vez consegui comprar e estou amando o resultado, a cor é perfeita! 

Preferi comprar delineador em pasta por ser mais prático de aplicar. Esse Fluidline (U$15) da MAC é demais, super fácil de aplicar e qualquer errinho é simples de acertar.

Estava bem curiosa para experimentar essa mascara Falsies da Maybeline. Eu tenho o Colossal e já gostava muito do resultado, mas achei esse bem melhor. Os cilios ficam gigantes e bem separados, do jeito que eu gosto.

O Opulash (U$20) da MAC eu gosto de usar no dia a dia, acho que ele fica super delicadinho, então comprei mais um para guadar, hehe.

Tirando o Falsies que eu comprei no Walmart da Turkey e paguei U$4,79 (nem acreditei!), todos os outros produtos foram comprados na loja da MAC do Florida Mall.

Compras USA: Para viagem

sexta-feira, 16 de setembro de 2011
Não poderia faltar nessa série de compras algumas coisinhas para a viagem. Eu sou apaixonada por miniaturas e amostras e comprei algumas coisas bem úteis.

De cima para baixo, da esquerda para a direita:

1. Cottonelle: São lenços umedecidos e as possibilidades de uso são infinitas. Gosto de carregar na mala de mão. U$2
2. Desodorante Dove Go Fresh: adoro esse desodorante e essa versão para levar na bolsa é ótima, a embalagem é bem fininha. U$1,50
3. Sabonete liquido para o rosto Clean & Clear: comprei esse para levar em pequenas viagens, de um ou dois dias, assim não preciso levar o tubo grande. U$1,50
4. Shampoo Jhonson's Baby. Também para levar em viagens, ótimo para tirar maquiagem e lavar o rosto. U$2
5. Escova de dente descartável Wisp da Colgate: essas escovinhas são uma mão na roda, super compactas, vêm com uma gota de pasta no meio, não precisa nem enxaguar. U$1 cada
6. Cotonetes Q tips: levar cotonetes em viagem é sempre um desafio, eu geralmente levo dentro da caixinha de Band Aid, comprei mesmo para usar a caixinha, pois não gosto muito dos cotonetes que vem dentro. U$2

Adoro que essas coisas são super úteis e baratinhas, facilitam demais a vida, até no dia a dia. Os lenços, o desodorante e o saboente comprei na Bed Bath and Beyond, o shampoo e os cotonetes na farmácia CVS e as escovinhas no Walmart

Compras USA: Para as unhas

quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Se tem um produto que eu acho que o Brasil ganha disparado em preço e qualidade é o esmalte. Não dá nem para comparar os míseros R$2 ou R$3 que pagamos nos nossos vidros com os U$5 ou até U$10 que encontramos lá fora. Sem dizer que nossas cores e fixação são bem melhores. Isso dito, encontrei algumas outras coisas interessantes relacionadas as unhas:

Da esquerda para a direita, de cima para baixo:

1. Sally Hansen Salon Effects: São adesivos decorados para aplicar nas unhas. Duram até 10 dias. U$8 Achei um pouco caro, mas vale a experiência.
2. Equate Nail Polish Remover Pad: para quem está sempre na correria esse produto é uma maravilha. É tipo um pedacinho de feltro umedecido com removedor de esmalte, cada lenço rende 10 unhas. U$5
3. Sally Hansen Manicure Clean-up pen: essa canetinha vem com removerdor de esmalte para limpar os cantinhos. Sim, é um luxo, mas muito útil; diversas vezes, depois de ter feito a unha e guardado tudo encontro um ou outro borrão para ser tirado. U$5
4. Esmalte Revlon. Como ninguém é de ferro, comprei esse esmalte da Revlon, que achei lindo A cor é Vixen. U$4,79

A caneta removedora foi comprada na farmácia CVS, todos os outros produtos (adivinha?!) no Walmart da Turkey Lake.

Compras USA: Para o rosto

quarta-feira, 14 de setembro de 2011
Já estava na hora de investir um pouco em produtos para o rosto.


1. Sabonete líquido para o rosto Clean & Clear: Tira as impurezas e também a maquiagem. Já usei e gostei bastante do resultado. A pele fica lisinha, mas achei que ressecou algumas áreas do rosto. U$5
2 e 3. Cremes diurno e noturno Neutrogena. Da linha do Ultra Light, agora vem nas duas versões, para o dia, com protetor solar e para a noite. U$ 10 cada.
4. Protetor solar Neutrogena fator 45. Simplesmente maravilhoso. Além de proteger super bem, a pele não fica melada. U$10,45
5. Sabonete em barra para limpeza do rosto, Neutrogena. U$3.

Acho que deu para perceber que eu gosto dos produtos da Neutrogena, né? Dos que eu usei, achei que o aspecto da pele ficou bem natural e não deixou oleosa. Todos os produtos foram comrpados no Walmart da Turkey Lake.



Compras USA: Para o corpo

terça-feira, 13 de setembro de 2011
Dessa vez resisti à tentação de comprar vários cremes da Victoria's Secret, comprei apenas um e só vou abrí-lo quando terminar algum outro. Estou tentando terminar com os hidratantes que tenho antes de comprar mais. Já os sabonetes líquidos são minha nova paixão!


Da esquerda para a direita:

1. Hidratante Pure Seduction - U$6 na promoção 5 por U$30
2. Sabonete líquido Pure Seduction - U$6 na promoção 5 por U$30
3. Sabonete esfoliante Pure Seduction - U$6 na promoção 5 por U$30
4. Sabonete líquido Love Spell - U$6 na promoção 5 por U$30
5. Sabonete líquido Sweet Lemon da Body Shop - Preço original U$8, mas comprando 2 ganhava 1 então cada um saiu por U$5,65 com taxas.

Todos os produtos foram comprados no Florida Mall em suas respectivas lojas.

Compras USA: Para o cabelo

segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Resolvi fazer uma mini série de posts com algumas coisinhas que encontrei lá nos Estados Unidos que talvez possam interessar as leitoras e leitores do blog. Muitas coisas encontramos por aqui e apesar da diferença de preço ser grande, dependendo do produto, vale a pena investir.

Comprei pouca coisa para os cabelos apesar de ter recebidos várias dicas. Já me falaram muito da linha de produtos Moroccanoil, mas não encontrei nas farmácias que visitei.

Da esquerda para a direita:

1. Bed Head - After Party: Pode ser usado como leave in, mas o mais legal desse produto é que ele serve para passar depois que voltou de algum lugar que tinha muita fumaça ou cigarro e ele deixa o cabelo com aspecto mais natural novamente e tira o cheiro. Custou U$18.

2. Bed Head - Ego Boost: Esse também é leave in, é hidratante e reparador. O preço era U$15, mas como comprei com o After Party, tive 50% de desconto.

3. Aussie - 3 minute miracle: eu queria um hidratante que fosse prático, que em apenas alguns minutinhos desse um "up" no cabelo. Esse promete um milagre em 3 minutos, hehehe. Não lembro o preço exato, mas foi em torno de U$5.

4. Victoria's Secret - Shampoo Love Spell: sempre quis experimentar um shampoo da VS, quandi vi esse em promoção por U$4 resolvi comprar. Gosto do shampoo que uso e dificilmente mudo, mas quem resiste um Love Spell?

Tirando o shampoo, que foi comprado no outlet da Victoria's Secret no Premium Outlet da International Drive, todos os outros produtos eu comprei no Walmart da Turkey Lake. O 3 minute miracle comprei no próprio mercado, os outros dois no salão (também tinha no mercado pelo mesmo preço, mas não tinha a promoção). 
Ainda não experimentei nenhum deles, assim que tiver opinião formada sobre cada um venho dar meu feedback.

Papo de Mulher: Linha Fantasies da Victoria's Secret

terça-feira, 2 de agosto de 2011
A famosa linha Secret Garden da Victoria's Secret deu lugar a nova linha Fantasies. As fragrâncias são basicamente as mesmas: o favorito Love Spell, o famoso Strawberries & Champagne, os clássicos Pear Glacé e Vanilla Lace, além da mais nova fragrância Sheer Love.

Essa coleção da Victoria's conquistou o coração da mulherada, principalmente das brasileiras, já que aqui no Brasil os cremes sempre foram tão caros, ainda mais em uma época em que era dificil encontrar hidratantes com perfumes tão delicados e femininos.

Hoje em dia muitas marcas imitam os perfumes, mas a marca americana já está consolidada por aqui e quem já usou o original dificilmente se contenta com a imitação. O que eu mais gosto nos cremes é a fixação. Quando eles dizem que ele hidrata por 24 horas não estão mentindo. Se eu passo de manhã, quando chego em casa a noite ainda sinto o perfume como se estivesse acabado de passar.

 

Atualmente eu prefiro o Ultra-Moisturizing Hand and Body Cream do que o hidratante corporal. Acho que o ultra é mais concentrado e hidrata mais.

Mas o meu queridinho é o Body Wash, o sabonete líquido, tomar um banho quente com muita espuma cheirando Love Spell relaxa qualquer um.

Mas a melhor parte mesmo é o preço lá fora. Enquanto o pessoal aqui vende por R$40, R$50 ou até R$60, nos EUA você compra qualquer produto da linha Fantasies por U$12 (mais os 8% de impostos da Florida, vezes R$1,70 do câmbio = R$22). E se optar por levar mais do que um produto, sai ainda mais barato: 3/U$25 ou 5/U$30, ou seja, o suficiente para levar qualquer mulher à loucura!

E vocês, tem algum favorito da Victoria's Secret?

Linha Quite Cute ao vivo!

terça-feira, 26 de julho de 2011
Final de semana passado estava no Iguatemi em Campinas e para minha felicidade tem uma loja da MAC lá! Eu estava rondando a loja já fazia algumas semanas, à espera da linha Quite Cute e domingo matei toda a minha curiosidade.
A linha é realmente uma graça, experimentei tudo que podia e cheguei a algumas conclusões:

-As sombras são lindas, mas muito pouco pigmentadas. A grande desvantagem é que só pode comprar o kit completo.
-Os blushs são realmente lindooos, super suaves, quase comprei ali mesmo, haha. O rosinha é o meu preferido.
-Os esmaltes são os campeões. Gostei muito do rosinha e do lilás, o verde achei bem parecido com o Verde Água da Colorama.

-Não experimentei nenhum batom, achei "cor de doce" demais pro meu gosto, acho que já passei da idade, hehehe. Apesar que olhando essa foto vi que esse cor de boca não tinha na loja, talvez esse eu experimentaria.

Acabei nem vendo o preço, mas de qualquer forma, eu não iria comprar aqui mesmo. A loja estava bem desfalcada, a vendedora disse que essa linha está sumindo das prateleiras.

Aproveitei que estava na loja e olhei mais alguns batons que me agradaram, estou de olho no Snob, acho que ele será o próximo, já que meu Syrup está quase acabando.

Esmalte da Semana: Charminho Lilás - Risqué

sábado, 23 de julho de 2011
O Charminho Lilás faaz parte da coleção da penélope Charmosa da Risqué. Olhando essa cor no vidro, você não dá nada para ela. Mas quando passa o esmalte na unha o resultado fica super diferente. A cor é bem cremosa e realmente, charmosa. O que eu mais gosto é que dependendo da luz o tom muda, as vezes puxa para o rosa, as vezes para o lilás. Super recomendo!

Papo de Mulher: Carmex, eu também te amo!

sexta-feira, 22 de julho de 2011
Já tinha ouvido falar do tal de Carmex em váááários blogs, de beleza ou não. Ele é o querido da mulherada, mas não entendia que diferença ele tinha em relação aos outros lip balms. Eu tenho o meu de cera de abelha que eu AMO e quando a coisa ficava feia apelava para a maneiga de cacau.
Apesar da curiosidade, não tive coragem de investir nos abusivos R$20,00 que são cobrados aqui no Brasil por um protetor labial, resolvi esperar a próxima viagem. E quando estava no Canadá simplesmente esqueci de procurar.

Quando uma amiga pediu para que eu comprasse para ela, resolvi comprar um para mim também. No Canadá as coisas são um pouco mais caras que nos Estados Unidos e ao invés de U$1 e pouco, paguei CND$3,00. De qualquer forma, bem mais barato que aqui no Brasil.

No começo não gostei muito não, achei o gosto terrível, gosto de remédio, amargo. Mas quando comecei a passar toda noite e vi os resultados, achei que valia a pena esse sacrificio. Realmente, o produto é MUITO bom. Mas não pode passar de hora em hora, como se fosse gloss, ele é realmente um tipo de remédio e só pode passar, no máximo, 4 vezes por dia. Quando estou com o lábio muito rachado, passo duas vezes no dia e já resolve.
Aprovadíssimo!

Feedback primeira sessão de fotodepilação

terça-feira, 19 de julho de 2011
Eu ia esperar um pouco para dar o primeiro feedback da fotodepilação. Tinha pensado em trazer o assunto à tona novamente lá para a terceira, quarta sessão. Mas como eu gostei do resultado logo na primeira, pensei "Why not?".
A sessão funcionou da seguinte maneira: precisei deixar o pelo curto, mas aparente, nas áreas que queria fazer a aplicação. Coloquei um óculos protetor (totalmente preto) e a sessão começou. A técnica aplica o aparelho na área e a principio o toque é gelado, depois ela desencosta, aperta um botão e a gente vê um clarão e o local onde foi aplicado esquenta (dá para sentir um cheirinho de queimado). E é basicamente isso, ela repete o processo em toda a área escolhida.
A grande pergunta é: dói? Eu achei que doeu sim. Principalmente porque a grande propaganda da fotodepilação é que não dói como o laser. Se isso é indolor, fico imaginando como será o laser (medo!). A sensação é parecida com um choque, mas não é nada insuportável, principalmente para quem já passou por incontáveis sessões de depilação a cera.
Depois que a sessão termina, ela passa um creme hidratante que acalma a pele. Eu só fiquei um pouco sensível na canela no dia da aplicação, no outro já estava normal. Esse creme é indicado para passar nos próximos 3 dias e também não deve passar a gilete.
Eu estava sem expectativa alguma de ver qualquer resultado nessa primeira sessão, mas depois de uns 15 dias resolvi fazer um pequeno teste e quando puxei os pelos sairam na minha mão. A boa noticia é que já vi resultado na primeira sessão e não vejo a hora de fazer a segunda.
Cada sessão deve ter pelo menos 30 dias de distância da anterior para pegar um novo ciclo de pelos. Alguns cuidados a serem tomados são: não tomar sol e muito menos bronzear a área a ser depilada 15 dias antes e depois da aplicação; hidratar bem a pele também é importante pois ela tende a ficar mais ressecada depois da aplicação.

Ps: A Rô fez uma pergunta importante e resolvi incorporar no post. A fotodepilação não é definitiva, ela elimina de 80 a 90% dos pelos, se fizer todas as sessões indicadas (geralmente 10). Depois dessas dez sessões, é indicado fazer uma manutenção uma vez por ano. Aí, cada um deve avaliar se vale a pena ou não. Para mim, se diminuir 50% já é uma grande vantagem.

Esmalte da Semana: Tapete Vermelho - Colorama

segunda-feira, 18 de julho de 2011
Para esta semana, escolhi um vermelho. Gosto desse Tapete Vermelho, acho a cor super viva!

Esmalte da Semana: Pimenta Rosa - Colorama

quarta-feira, 13 de julho de 2011
Já faz um tempinho que não posto o esmalte da semana. O primeiro motivo é que andei repetido umas cores, então não fazia sentido republicar e o segundo é que minhas unhas andam horríveis, super quebradiças, então fiquei um tempo sem pintar, para elas respirarem um pouco.
O esmalte dessa semana é um dos meus preferidos, o Pimenta Rosa da Colorama. Depois que o Tâmara saiu de linha, não tinha encontrado ainda uma cor que podia chamar de minha. Até encontrar essa cor, gosto do efeito meio queimado, mas ao memso tempo é tão alegre.


Papo de Mulher: Depilação

quarta-feira, 22 de junho de 2011
Sempre me depilei com cera, desde adolescente, mas chega uma hora que cansa, sabe? Peguei pavor da lâmina e só passava em caso de vida ou morte. E eis que criei coragem e fui fazer um orçamento e um teste de fotodepilação. No começo do ano fiz um orçamento a laser, mas era o dobro do preço e depilação a laser dói.
Semana que vem faço minha primeira sessão e venho aqui deixar as minhas impressões. Para quem interessar, vou fazer na D'pil.

Esmalte da Semana: Desfecho - Colorama

sábado, 18 de junho de 2011



Eu AMEI essa cor. Tem hora que puxa pro roxo, outra pro cinza. O único ponto negativo foi que tive que passar TRÊS camadas para atingir a cor desejada e não gosto muito disso, pois parece que quanto mais camadas eu passo, mais rápido ele descasca.