O melhor dia foi o do meu aniversário! MaridoLindo me deu de presente o nado com os golfinhos no parque Discovery Cove. Esse parque pertence ao grupo do Sea World e no ingresso está tudo incluso: desde o estacionamento, as refeições, roupas para mergulho até protetor solar. O nado com os golfinhos é opcional e você paga a diferença.
Para quem interessar, é bom comprar os ingressos com bastante antecedência para garantir a data desejada, no meu caso, eu queria muito ir no dia exato do meu aniversário, então comprei com 5 meses de antecedência. Esses meses de espera valeram a pena assim que entrei no parque. Tudo é lindo, muito bem planejado e conservado.
O parque é dividido em algumas partes: um aviário em que você pode entrar e alimentar os pássaros. Uma dica é fazer essa visita logo de manhã, quando os pássaros estão com fome, eles voam para cima de você sem vergonha alguma.
Outra parte do parque é tipo uma praia, com areia e espreguiçadeiras a vontade. Dali você pode observar os golfinhos. Infelizmente, tiramos pouquíssimas fotos nesse dia, não tenho nenhuma para mostrar o tanque em que os golfinhos ficam.
E a última parte é onde você pode mergulhar e ver arraias e peixes. Eu que não gosto de peixe, amei! Claro que não me joguei no meio deles, mas fiquei encantada com a visão.
Sobre o nado com os golfinhos, assim que você chega e faz o "check in" no parque, eles te dão um crachá com sua foto e o horário em que você vai fazer o nado (no nosso caso, 1:25 da tarde).
No horário estabelecido, é só se dirigir à uma cabana onde algumas informações são passadas. Eles passam um vídeo muito lindo falando sobre os golfinhos e então o grupo é dividido entre algumas treinadoras. Ficamos em um grupo de 8 pessoas e nos dirigimos à praia. A água é geladíssima e se o golfinho não estivesse nos esperando ali na borda duvido que teríamos entrado, hehe.
Nosso golfinho era na verdade uma fêmea, chamada Dixie, ela tem 36 anos e é líder do grupo. O que eles chamam de "nado com o golfinho" são 30 minutos que você fica dentro da água pertinho do golfinho, enquanto a treinadora passa várias informações sobre ele e em alguns momentos você pode passar a mão, beijar, etc. Assim que entramos na água já pudemos passar a mão nela e, para mim, eu já estava realizada!!
Em seguida a treinadora continua falando sobre a vida dos golfinhos, o que eles comem, onde vivem, sobre a anatomia e cada pessoa tira uma foto dando um "beijinho" nela (confesso que deu um medinho nessa hora, hehe).
Descrevendo assim parece até que é meio chato, ficar apenas ouvindo a treinadora falar, mas não é. Toda hora ela conversa com o golfinho e o golfinho interage com ela, "responde", dá tchauzinho, encena. É realmente muito legal e eu achei que valeu a pena cada segundo lá dentro, cada centavo pago.
Dentro do tanque não é permitido nenhum aparelho eletrônico, então não tiramos fotos nem filmamos. Se alguém que for com você não for entrar no tanque, pode filmar do lado de fora. Nós compramos apenas algumas fotos, as que achamos mais bonitas. Eram um pacote com 3 fotos 13x18, mais uma 10x15, com duas cópis pequenas dessa 10x15. Com taxas, as fotos saíram por U$70, não é barato, mas também não achei nenhum absurdo, afinal já fomos preparados para isso. Para quem estiver disposto a gastar mais, tem pacotes com todas as fotos, mais filmagem, poster e tudo que se pode imaginar. Eu fiquei plenamente satisfeita com as minhas quatro fotos, hehe.
Muita gente critica o grupo do Sea World por explorar os animais, dizendo que eles devem viver livres no mar. Eu concordo e confesso que fiquei com um pouco de dó de imaginar eles presos ali dentro ao invés de soltos no mar, mas com certeza ali dentro eles são muito bem cuidados. O fluxo de pessoas que transita pelo parque diariamente é controlado (há um limite de pessoas), assim como a alimentação e o desenvolvimento dos animais. Pelo menos lá eles estão sendo bem tratados.
Sei que o post ficou gigantesco, mas achei que valia muito a pena descrever cada detalhe desse dia tão perfeito! De noite, teve janta, com direito a brownie com sorvete.
Quando terminei foi isso que sobrou:
| A pilha para ir embora |
| A pilha do que fica: apenas alguns textos, trabalhos que fiz,desenhos e clips! |
As sacolas reutilizáveis, Eco Bags como têm sido chamadas, são sacolas geralmente feitas de pano ou algum material reciclável, que devem ser levadas aos supermercados, padarias, farmácias e demais lojas a fim de evitar o consumo exagerado de sacolas plásticas. Isso todo mundo sabe e a maioria apóia. O grande problema é: não estamos acostumados a fazer isso. Levar sua própria sacola de casa requer mudança de hábitos e mudar é muito dificil. Atualmente a grande maioria das pessoas possui Eco Bags mas a minoria utiliza.
Esse é um assunto que há um bom tempo tem martelado na minha cabeça. Me preocupo bastante com o meio ambiente e sempre tento fazer o que julgo melhor: reciclar, apagar as luzes, etc. Um mês atrás minha impressora do trabalho parou de funcionar, mandei para o técnico e voltou com o mesmo problema, e isso se repetiu mais uma vez (haja paciência!). Não foi uma única vez que ouvi “O preço do conserto dá pra comprar uma nova”, sim eu concordo, mas o que eu faço com a antiga, que poderia ser consertada? Jogo fora, né?
Isso está tão enraizado na mente das pessoas que me assusta. Não funciona mais, joga fora e compra outro. Eu concordo que atualmente as coisas estão cada vez mais frágeis e o apelo comercial para ter sempre o modelo mais novo é grande. Mas e a nossa consciência? Eu não preciso do modelo mais novo de celular, o meu ainda liga e envia mensagens como no dia em que comprei.
Posso ir até mais fundo e questionar: até que ponto TUDO se tornou descartável? As pessoas ao nosso redor, os relacionamentos, os casamentos. Estamos tão acostumados a fazer tudo o que é mais prático que estamos descartando coisas e pessoas importantes, que ainda funcionam ou que só precisam de um pequeno reparo.
Por causa do cansaço não consegui pensar em muitas coisas, vi algumas fotos, li um pouco. Mas no escuro fica meio ruim. Então eu e o MaridoLindo conversamos esperando passar mais meia hora. Tentamos dar comida pro cachorro mas precisávamos do microondas para esquentar a gororoba da latinha (e eu que não ia colocar aquele negócio na panela).
Enfim, foi uma hora que se arrastou e que infelizmente não rendeu nada de muito produtivo, mas o que vale é a intenção!

Esse ano fiquei sabendo super em cima da hora sobre a hora do planeta. Vi no blog da Carol e apesar de faltar pouco tempo ainda dá para se programar.
Todo ano eu entro em pelo menos duas dietas “sérias”, do tipo “dessa vez vai!”. Agora com o final do ano chegando não teve como escapar. Geralmente faço por conta, cortando doces e coisas mais calóricas, mas é obvio que nao estava funcionando já que sempre acabo tendo que começar de novo.
A única vez em que uma dieta minha funcionou foi quando eu estava para casar, o que o amor não faz, né? Eu já tinha escolhido o meu vestido de noiva, mas faltava um pouco para ele fechar e não tinha mais pano para aumentar. Esse foi meu incentivo e consegui perder uns 6, 7 quilos antes do casamento. Fiquei feliz de ter casado mais magra, mas nos meses seguintes fui engordando e hoje já voltei ao antigo peso. (Então se pensar bem, a dieta NÃO funcionou, hehehe).
No começo do ano fui ao nutricionista, pois não queria inventar nehuma dieta maluca e tinha medo de que a falta da carne desse algum problema. Ele me explicou que era necessário comer carne, nem que fosse de peixe, mas como eu disse que não ia comer ele me passou uma dieta bem variada.
Funcionou super bem, comi coisas que antes não comia, mas eu não consegui manter a dieta por muito tempo e não fazia exercícios, então acabei engordando.
Dessa vez vou aliar a dieta à academia e com certeza o resultado será melhor. Ah, a novidade? Estou voltando à comer carne branca, bem aos poucos, pois fiquei muito tempo sem ingerir qualquer tipo de carne.
Ainda estou meio em dúvida quanto essa minha volta. Me sinto mal pelo modo que os animais são tratados quando destinados ao corte. A carne tem muito hormônio e os animais não vivem em condições normais, vivem apenas para virar comida de humanos. Aqui no Brasil ainda é muito raro encontrar carne orgânica, aquela em que os animais são criados soltos, crescem no seu tempo e sem hormônios. Se isso existisse por aqui eu não me importaria nem um pouco em pagar mais caro por uma carne mais “saudável”.
Para ser sincera ainda prefiro a dieta vegetariana e pretendo manter essa dieta mais presente na minha vida do que a carnívora. Para quem quiser fazer uma consulta com meu nutricionista, aqui está o site dele, recomendadíssimo!
Hoje é o Dia Mundial sem Carro. Fiquei sabendo sem querer ontem a noite e não deu para participar. Acho que esse tipo de movimento requer um certo tipo de planejamento. Eu uso o carro diariamente e para tudo! Para ir ao trabalho, padaria, farmácia, até academia. Minha casa é cercada por “morros” e qualquer saidinha requer uma grande caminhada. Além disso eu não tenho bicicleta e precisaria pedir emprestada pra alguém. Enfim, estou tentendo justificar porque não participei do movimento.Sempre busco participar de eventos que visam melhorar o meio ambiente e o planeta como um todo, mas ainda falta muita divulgação e incentivo. São poucas pessoas que topam esse tipo de movimento de bom grado, infelizmente a maior parte acha “bobagem” e que se só meia dúzia participar não vai fazer diferença alguma. Eu discordo dessa afirmação. Procuro fazer a minha parte sempre que possível e acredito que pequenas atitudes também fazem diferença.
Ano que vem vou me programar para participar, além de não poluir o ar ainda queimo umas gordurinhas.
O passeio é dividido em três partes. Na primeira, todos entram em um veículo e somos levados por um caminho no meio das árvores. São feitas algumas paradas para mostrar árvores e plantas interessantes. A segunda parte é feita a pé por um caminho de tábuas, por dentro da floresta. A caminhada é longa, mas como é descida vai rapidinho. A terceira e melhor parte é a que todos entramos em um barco e somos levados rio acima, em direção as Cataratas. São feitas algumas paradas para tirar fotos, a vista é incrível. Interessante que durante esse trajeto ninguém se molha, no máximo alguns respingos. Depois as máquinas fotográficas são guardadas em uma bolsa especial e a parte “radical” começa. No dia que fomos o nível do rio estava muito alto, então não pudemos chegar tão perto das Cataratas, mas fomos levados para baixo de uma das muitas pequenas cachoeiras ao redor. A água era congelante, mas uma delícia. Dessa vez ninguém saiu seco. Para voltar existe um jipe que te leva de volta ao ponto de partida.
Depois fomos ver as Cataratas de outro ângulo. Também seguimos uma trilha, mas feita de cimento e a mata não é tão fechada. A trilha segue a margem do rio e desde lá de trás já dá para avistar as Cataratas. Quando se chega bem pertinho tem uma passarela que te leva para o meio do rio. Como eu já disse, o rio estava muito cheio, portanto as Cataratas também. Por fotos não dá pra ter noção o quanto é bonito. Tem que ver mesmo. Depois pegamos um elevador e fomos almoçar, vale dizer que a variedade de alimentação do Parque é lamentável: ou hambúrguer ou restaurante de R$35,00 por pessoa! Perto do restaurante tem uma plataforma de onde é possível ver as Cataratas por cima.
Gostei muito do passeio, principalmente por ver uma área tão grande e tão rica em fauna e flora sendo preservada. Os visitantes são lembrados constantemente para não alimentar os animais e também para não levar lembranças como folhas e pedras embora. Até mesmo as trilhas, foram construídas respeitando as árvores já existentes. Acho que foi um dos lugares mais lindos que já visitei!
Semana passada vi a propaganda na Tv que diz que fazer xixi no banho ajuda o meio ambiente, pois fazendo isso economiza-se em descargas. Eu entrei no site e achei super curioso pois eles perguntam se você faz ou não xixi no banho e mostram a porcentagem: 73% das pessoas que entraram no site fazem xixi no banho e 27% não fazem.
Eu achei esse resultado muito interessante, porque eu mesma nunca fiz (a não ser quando era criança) e imaginava que a maioria das pessoas também não fazia.
No site diz que nenhuma doença pode ser transmitida através do xixi no chuveiro e que também não é “nojento”, pois 95% do nosso xixi é composto de água e a água corrente leva tudo embora.
Eu achei a abordagem de bom gosto, pois é um assunto meio complicado de comentar. Acho que pelo bem do planeta vale a pena tentar, né?
Minha decisão de não comer mais carne me levou a apreciar certos restaurantes que eu nunca imaginei. A rede de fast food Subway é uma delas. Antes de tudo, quero deixar claro que não estou sendo paga, nem recebendo benefício algum dos proprietários para fazer essa propaganda. Só estou fazendo por que realmente gosto da comida deles.
Meu marido sempre gostou desse lanche e como não tinha o restaurante na cidade onde moramos sempre que viajávamos ele fazia questão de comer e às vezes trazer um para comer em casa. Confesso que a quantidade de folhas no lanche não me atraía muito, mas os outros componentes pareciam muito bons. Comecei pedindo uma mordida e até gostei. Mas trocaria alguns ítens do lanche. Na próxima oportunidade que tivemos, dividimos um lanche e eu fiz do meu gosto. Não imaginava que ia gostar tanto.
Agora, para nossa felicidade, o restaurante chegou à cidade. É uma ótima opção de comida saudável e o mais importante, para nós, mais uma opção vegetariana. Vou deixar aqui a minha combinação e da próxima vez que se deparar com um restaurante Subway, experimente o “meu” lanche:
Sempre peço o vegetariano, de 15 ou 30 cm, dependendo da fome, como o lanche tem muita folha às vezes 30 cm não é muito exagerado. Peço o pão de parmesão com orégano e queijo prato. Sempre peço para aquecer, assim o queijo fica derretido e o pão mais crocante. Alface? Sim! Rúcula? Sim! Tomate? Não! Pepino, picles e pimentão? Só pepino e pimentão! Azeitona e cebola? Sim, sim! Não coloco sal, nem pimenta, pois não acho necessário, mas aí vai do gosto do cliente. Para finalizar, peço um pouquinho de azeite e o maravilhoso molho de mostarda e mel (Honey & Mustard), quando vem muito pouquinho peço para dobrar o molho. Para quem tem um pouco de preconceito em relação ao mel no molho sugiro que experimente, pois não fica “doce”, só quebra um pouquinho a mostarda.
Voila, um Subway a la Isabela para vocês. E aí pai, ficou orgulhoso?


Só para deixar claro, sou o que chamam de ovolactovegetariana, ou seja, não como a carne dos animais (bovinos, aves, suínos, peixes... nada que tenha rosto, como diz a Phoebe do seriado Friends) e tento evitar gordura animal, mas ainda como ovos, leite, queijo e derivados, coisas que, em teoria, não precisaria maltratar o animal para retirar, mas também sabemos que não é isso que acontece.
Com o tempo percebi que não era tão difícil viver sem carne. Principalmente hoje em dia, que algumas empresas já fazem produtos vegetarianos congelados, como hambúrguer e nuggets de soja. Só que eu não seguia uma dieta balanceada, comia muito queijo e massa e acabei engordando.
Foi então que resolvi ir ao nutricionista, tomei vergonha na cara e comecei encarar as verdinhas, das quais fugi por tanto tempo. Confesso que ainda não sou muito fã de verduras, mas como coisas que anos atrás meu pai nunca iria me imaginar comendo, hahaha.
Não sei se um dia vou voltar a comer carne, atualmente as opções para vegetarianos estão crescendo cada vez mais e estou comendo bem melhor. Muitos me perguntam se eu sinto falta de carne e a resposta é não. O que eu realmente sinto falta é da parte social que geralmente envolve carne. Sempre que somos convidados a um churrasco pensamos duas vezes, pois nem sempre temos vontade de almoçar pão de alho. Nossas saídas também diminuíram um pouco, quase não vamos mais ao McDonald's, mas isso vejo como vantagem, já que lá não tem quase nada saudável e 20 reais numa salada é caro demais.
Nunca tentei "converter" ninguém ao vegetarianismo e esse não é o intuito desse post. Resolvi escrever sobre isso apenas para esclarecer por que resolvi parar de comer carne, já que muitas pessoas ficam curiosas sobre o assunto. Acho legal as pessoas pararem pra pensar sobre isso e sobre o tanto de carne que geralmente se ingere diariamente. Hoje, o motivo pelo qual eu continuo não comendo carne mudou, optei por qualidade de vida e há muitas questões ambientais e sociais ligadas ao assunto pelas quais me interesso, como a produção em massa de bovinos, as terríveis condições nas quais os frangos são criados, a injeção de hormônios na carne, desmatamento para produção de pasto e principalmente a criação de animais como produtos, sem levar em conta que são seres vivos... mas isso já é papo pra outro post.









